terça-feira, 18 de maio de 2010

Roth de volta ao Vasco

O Vasco da Gama está de treinador novo. Segundo o site oficial do clube, Celso Roth, que comandou o time no Brasileiro de 2007, é o novo técnico. A diretoria, que deu suporte a Gaúcho depois da eliminação na Copa do Brasil, não suportou os insucessos do mesmo nessas duas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro.


Celso Roth comandará o Vasco no Brasileiro 2010

Roth volta ao Vasco após dirigir o time no Brasileiro de 2007, quando teve grande começo, chegando a ficar na zona da Libertadores, com ótimo aproveitamento em casa, mas depois sofreu uma queda brusca na tabela, ficando perto da zona do rebaixamento perto do fim do campeonato, fato que levou a demissão do treinador. Há também a possibilidade de Gaúcho ser aproveitado como auxiliar de Roth.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ballack fora da Copa do Mundo

A seleção alemã sofreu um grande revés, antes mesmo de começar a Copa da África. O seu principal jogador, Michael Ballack, sofreu ruptura do ligamento cruzado e da sindesmose, uma articulação fibrosa, do tornozelo direito, e ficará em torno de oito semanas em recuperação, segundo o médico da seleção alemã, Hans-Wilhelm Müller-Wohlfahrt.

Ballack se machucou no fim do primeiro tempo da final da Copa da Inglaterra, vencida por 1 a 0 pelo seu clube, o Chelsea. O meia alemão estava indo para a sua terceira Copa do Mundo da carreira.



Ballack no instante da lesão que mais tarde o tiraria do Mundial da África.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Leandro Amaral perto da volta

Alguns podem não se lembrar, mas com certeza o torcedor vascaíno, aonde ele saiu em atrito com os amantes do clube da Cruz-de-Malta, o torcedor da Portuguesa, onde ele iniciou a carreira, e o torcedor do Fluminense, último clube e pelo qual ainda ele tem vínculo, lembram de Leandro Amaral. O jogador está em fase final de recuperação de uma sequência de enfermidades que tem acometido o jogador. Começou com uma artroscopia, seguida de uma infecção, com isso passaram-se nove meses de tratamento, e agora Leandro está próximo do fim do tratamento para voltar aos treinos.

– Foi muito difícil. Jamais passou pela minha cabeça que pudesse passar por uma situação tão dificil. O que era para ser uma coisa simples, virou um sacrifício. O apoio veio da família. Minha esposa e meus filhos ficaram sempre ao meu lado. Estava muito debilitado – Relata Leandro.

Leandro Amaral começou na Portuguesa em 97 como uma das revelações daquele brasileiro, coincidentemente vencido pelo Vasco, clube que ele mais teria destaque, após a Lusa.

Leandro chegou ao Vasco em 2006, vindo de um grande ostracismo após passagens por Fiorentina - ITA, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Grêmio. No clube carioca ele voltou a se destacar com gols e muita entrega em campo, quase levando a equipe a Libertadores da América do ano seguinte. em 2007, desempenhou novamente um bom papel no Brasileiro e ganhou a Bola de Prata e levou o atacante a ser cobiçado por clubes do Brasil e do exterior, causando assim a primeira desavença com a diretoria do Cruzmaltino.

O então presidente do Vasco, Eurico Miranda, decidiu então utilizar-se de uma cláusula existente no contrato de Leandro Amaral que permitia a renovação automática de seu contrato com o Vasco da Gama, coisa que deixou o jogador irritado, pois ele desejava se transferir para o exterior, e segundo o próprio Leandro, ele e Eurico teriam um acordo verbal de liberação do atleta em caso de proposta do exterior.

Ainda no meio dessa polêmica, Leandro despede seu procurador na época, José Renato, alegando que ele favorecia os direitos do Vasco e não do seu cliente.

Com isso, no início de 2008, Leandro Amaral entrou na justiça e se desligou do Vasco, indo parar logo após no Fluminense. Ele continuava com a boa fase nos tempos de Vasco, mas o Vasco conseguiu anular a liminar que permitia Leandro atuar pelo Tricolor carioca, e assim o fez voltar ao clube de São Januário.

Nessa volta ao Vasco, Leandro fez pareceria com Edmundo, que ajudou a dar apoio a ele perante a torcida, que andava em litígio com ele devido a forma como ele deixou o Vasco anteriormente. Mas de nada adiantou, pois naquele ano o Vasco foi rebaixado, e logo depois Leandro Amaral voltava ao Fluminense, deixando os vascaínos furiosos com ele outra vez.

Aí que começa o calvário do craque Tricolor. Leandro mal jogou as primeiras partidas, começou a viver as voltas com lesões, até que foi constatada a necessidade de ele fazer uma artroscopia. Após a artroscopia, Leandro Amaral voltou a sentir problemas de contusão, passou por vários médicos até perceberem que Leandro tinha contraído uma infecção grave, chamada candidíase.

O atleta teve que se submeter a altas doses de um antibiótico com efeitos colaterais também graves, como ataque cardíaco, problemas no rim e no fígado.

– Esse fungo é incomum, raro. Ele passou três meses tomando antibióticos fortíssimos e chegou a ficar dez dias internado, com um catéter inserido próximo ao pescoço. Ninguém sabia o que estava acontecendo. Pensei que ele fosse morrer com uma infecção generalizada – Diz Tatiana, mulher de Leandro Amaral.

Agora Leandro ensaia sua volta aos campos e está empolgado com a proximidade do retorno.

– A recuperação está bem acelerada e estou me sentindo muito bem. O trabalho já está bem acelerado, forte e visando realmente a volta aos gramados. Trabalho de força, com bola, algumas peladas com os amigos para perder o medo e pegar confiança. Acredito que em mais um mês, um mês e meio, já estarei pronto para voltar – Comenta.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Flamengo perde para Universidad no Maracanã

Nesta quarta-feira, 12, Flamengo e Universidad de Chile se enfrentaram no Maracanã pelas quartas-de-finais da taça Libertadores da América. O time carioca perdeu por 3 a 2 e se complicou no torneio, tendo que vencer no jogo de volta por diferença de dois gols, ou por um, se fizer quatro na La U em Santiago, na próxima quinta-feira.

O Rubro-Negro pode-se dizer sortudo, mesmo tendo saído de seus domínios com o placar adverso, pois a Universidad de Chile teve várias oportunidades de marcar, que Bruno e a sorte conseguiram impedir que se transformasse em gol.

No começo do jogo, o Flamengo entrou tão desatento que acabou se atrapalhando duas vezes, antes ainda de chegar aos três minutos de jogo. Olivera chuta por cima na primeira, com perigo, e na segunda, Rômulo erra bisonhamente e Montillo só não fez porque Bruno praticou bela defesa.

Aos quatro minutos o gol. Cobrança de escanteio, Juan e Maldonado batem cabeça, Willians também falha e Victorino faz Universidad 1 a 0.

Aos 12, Flamengo desperdiça grande oportunidade de empatar. Léo Moura cruza, Love testa de cabeça, a bola pega no zagueiro Olarra, toca na trave e vai pra fora.

Novamente a Universidad. Olivera passa por David e chuta. Bruno defende. Aos 20, o técnico Rogério resolve fazer a primeira substituição, sai Rômulo e entra Michael.

24 minutos, bola cruzada na área, Olarra ganha no auto de Bruno e faz o segundo. Após o gol, muita reclamação dos Rubro-Negros, alegando falta do atacante chileno no goleiro flamenguista.

Investida de Kléberson pela direita aos 38, ele cruza pra Adriano que faz de cabeça o primeiro do Fla. Dessa vez o Imperador comemorou efusivamente seu gol. Logo depois duas chances incríveis desperdiçadas pelo Império do Amor. A primeira com Adriano, que conseguiu jogar pra fora uma bola que já tava quase dentro do gol, depois com Vagner Love, que matou no peito na pequena área e depois isolou. Ainda deu tempo de Iturra ser expulso, após carrinho em Willinas.

Começa o segundo tempo. Petkovic figura no time, no lugar de Maldonado. A substituição não surtiu efeito, logo a La U fez seu terceiro gol. Aos dois, Montillo veio como quis pela esquerda, fez o cruzamento e Fernández sem marcação fez 3 a 0. Foi a gota d' água pra torcida que há muito tava impaciente com o time.

Flamengo também cansava de perder chances. No minuto seguinte ao gol da Universidad de Chile, Pet cruzou pra Adriano carimbar com forte cabeçada o travessão.

Aos 23, Adriano tenta dominar dentro da área, mas acaba sobrando pra Petkovic cruzar pro Imperador, mas ele não alcançou a bola.

26 minutos, entra Dênis Marques e sai Kléberson, que jogou mal a partida e está convocado para a Copa do Mundo da África do Sul. Coisa que deixou os torcedores do Flamengo ainda mais irritados.

30 minutos. Love recebe a bola e acaba pisando na mesma e desarmado facilmente. O Artilheiro do Amor não era nem sombra daquele de partidas anteriores. Á partir daí, o Rubro-Negro passava a insistir em chuveirinhos pra área. Aos 33 e 34 cruzamentos de Léo Moura pra conclusão de Adriano e Ronaldo Angelim, respectivamente.

A partir dos 40, já não se escutava mais gritos da torcida do Flamengo e sim da pequenina torcida da La U, já conformados com o grande resultado que estavam conseguindo até então.

44 minutos e o ultimo suspiro. Juan resolveu arriscar de fora da área, a bola bate num defensor chileno e engana o goleiro Miguel Pinto. 3 a 2, e pedreira para o jogo de volta, vencer por 2 ou mais gols de diferença em Santiago.



FLAMENGO: Bruno; Léo Moura, David, Ronaldo Angleim e Juan; Rômulo (Michael), Maldonado (Petkovic), Willians e Kleberson (Denis Marques); Vagner Love e Adriano

Técnico: Rogério Lourenço



UNIVERSIDAD DE CHILE: Miguel Pinto; Rodriguez, Victorino, Olarra, Fernandez; Seymour, Rojas, Vargas (Pinto), Montillo (Puch) e Iturra; Olivera (Rivarola).

Técnico: Gerardo Pelusso


GOLS: Victorino, aos quatro, Olarra, aos 24, Adriano, aos 38 minutos do primeiro tempo; Fernandez, aos 2 min do segundo tempo, e Juan, aos 44